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Regeneração

GHK-Cu e PN: peptídeo de cobre e polinucleotídeos na regeneração da pele

Publicado em 15 de outubro de 2026 · Starlog Distribuidora

O GHK-Cu e o PN atacam o mesmo problema por caminhos diferentes: a pele que perdeu a capacidade de se reparar. Um é um peptídeo que o próprio corpo produz e que cai com a idade. O outro é DNA de salmão purificado. Os dois aparecem cada vez mais em protocolos de qualidade de pele, e combinam bem entre si.

O que é o GHK-Cu

GHK-Cu é a sigla de glicil-L-histidil-L-lisina ligada a cobre: um tripeptídeo que existe naturalmente no plasma, na saliva e na urina. O organismo libera esse peptídeo quando há dano no tecido, como um sinal de reparo. O nível no plasma fica em torno de 200 ng/mL aos 20 anos e cai para cerca de 80 ng/mL aos 60, segundo a revisão de Pickart e Margolina (2018).

Os estudos de expressão gênica com GHK mostram efeito sobre centenas de genes ligados à matriz extracelular, à inflamação e à defesa antioxidante. Na prática clínica, isso se traduz em estímulo de colágeno e elastina, menos degradação da matriz e melhor resposta da pele ao reparo.

Composição do GHK-Cu La Cutanée

Apresentação: caixa com 2 frascos de 3 ml.

O que é o PN (polinucleotídeo)

PN é DNA de salmão purificado, em cadeias longas. É da mesma família do PDRN, que também vem do DNA de salmão, mas em fragmentos menores. A cadeia mais longa do PN dá ao produto mais corpo e um efeito de suporte da matriz, enquanto o PDRN é mais lembrado pela ação de reparo e anti-inflamatória.

Composição do PN La Cutanée

Apresentação: caixa com 2 frascos de 2 ml.

Para que servem

IndicaçãoGHK-CuPN
Rejuvenescimento global da faceSimSim
Firmeza e elasticidadeSim (colágeno e elastina)Sim (redensificação da derme)
Pele fina, periorbital e pescoçoSimSim, indicação destacada pelo fabricante
Linhas de expressão finasSim (hexa e octapeptídeo)Sim
Manchas e tom irregularCoadjuvanteSim (niacinamida e glutationa)
Cicatrizes e estriasCoadjuvanteSim
Pós-procedimento (laser, peeling)Sim (anti-inflamatório)Sim

Como são usados

Os dois são fluidos de uso profissional, aplicados sobre a pele. Para chegar à derme em quantidade útil, entram depois de um procedimento que abre canais: microagulhamento, laser fracionado (drug delivery) ou eletroporação. Siga sempre a via de aplicação indicada no rótulo do produto.

Protocolo em 3 fases (material La Cutanée para o GHK-Cu)

  1. D0, ativação: microagulhamento ou laser seguido da aplicação do GHK-Cu.
  2. D15, amplificação: segunda aplicação, quando os fibroblastos estão em plena atividade. O fabricante chama de efeito booster.
  3. 60 a 90 dias, manutenção: reaplicações periódicas para preservar a densidade da derme conquistada.

O PN pode entrar no mesmo esquema, sozinho ou intercalado com o GHK-Cu: um estimula a matriz, o outro dá suporte e reparo.

Como combinar com outros tratamentos

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre PN e PDRN?

Os dois vêm do DNA de salmão. O PN tem cadeias mais longas e dá suporte à matriz da derme; o PDRN tem fragmentos menores e é mais usado pela ação de reparo e anti-inflamatória. Podem ser usados no mesmo plano de tratamento.

GHK-Cu é injetável?

Não. O GHK-Cu La Cutanée é um fluido de uso tópico profissional, aplicado depois de microagulhamento, laser ou eletroporação, que abrem os canais para o ativo chegar à derme.

Quantas sessões de GHK-Cu são indicadas?

O protocolo do fabricante tem duas aplicações com 15 dias de intervalo (D0 e D15) e manutenção a cada 60 a 90 dias.

Posso usar GHK-Cu e PN juntos?

Sim. Eles agem por mecanismos diferentes e se complementam: o GHK-Cu modula a produção de colágeno e elastina; o PN dá suporte e reparo à matriz.

Produtos de uso exclusivo por profissionais habilitados. As informações técnicas vêm do material dos fabricantes; confira rótulo e bula do lote antes do uso.

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